s inscrições para o Processo Seletivo ProfÁgua 2026 foram prorrogadas até 3 de maio. Regido pelo Edital nº 001/2026, o programa oferece 493 vagas distribuídas entre 26 Instituições de Ensino Superior (IES) de todo o país. Do total, 301 são destinadas à ampla concorrência e 192 a ações afirmativas, contemplando candidatos pretos, pardos, indígenas, quilombolas, pessoas trans, pessoas com deficiência, entre outros grupos.
A participação deve ser realizada exclusivamente pela internet, por meio do Sistema da Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, com taxa de inscrição no valor de R$ 98,00. Podem se candidatar pessoas com diploma de graduação em qualquer área — bacharelado, licenciatura ou tecnólogo — obtido em instituição reconhecida. O curso é gratuito e não há cobrança de mensalidades.
O processo seletivo é composto por três etapas: Prova de Conhecimentos Específicos (PCE), de caráter classificatório, prevista para 24 de maio; Proposta de Plano de Pesquisa (PPQ), de caráter eliminatório; e Prova de Títulos (PTC), também classificatória. O resultado final está previsto para 17 de julho, com início das aulas em agosto de 2026. O mestrado tem duração de 24 meses e ocorre em formato presencial, com apoio de tecnologias de ensino híbrido.
Mais informações e o link para inscrição estão disponíveis na página oficial do ProfÁgua.
Dez anos de parceria e quase mil mestres formados
Criado em 2015 em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o ProfÁgua completou uma década de existência consolidando uma rede que começou com seis universidades associadas e hoje conta com 26 instituições espalhadas por praticamente todos os estados brasileiros. O programa já recebeu mais de R$ 14 milhões em investimentos e foi avaliado pela CAPES com nota 4 — a maior possível para cursos novos. Mais de 720 profissionais já obtiveram o título de mestre pelo ProfÁgua, e outros cerca de 400 mestrandos têm projetos em andamento.
O ProfÁgua tem como diferencial central a aplicabilidade dos seus produtos no território. As dissertações desenvolvidas pelos mestrandos precisam guardar coerência com as demandas da sociedade e com os instrumentos da política de recursos hídricos, o que, segundo as gestoras da ANA, aproxima academia e política pública de forma concreta. O programa prevê formar mais mil alunos no próximo ciclo de cinco anos.
*Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Rua Prudente de Morais, 1023 | Centro | Governador Valadares | Email: cbhbaciadoriodoce@gmail.com